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DUDA - ARRUDA / CISCO - UFA
Por Valter Vaders | Postado em 04.11 - 18hs 49min | Atualizado em 04.12 às 16hs 12min | Lida 838 vezes. |
Cisco (UFA) e Duda (Arruda)
Identificando
Cisco
Nome: Jorge Luiz Calvo Martines Puerta
Idade: 26
Natural de: São Paulo
Altura / peso: 1,72 / 74 Kg
Estado civil: Solteiro
Clube do coração: Palmeiras
Duda
Nome: Douglas Araújo
Idade: 31
Natural de: São Paulo
Altura / peso: 1,89 / 94 kg
Estado civil: Solteiro
Clube do coração: Santos
Abrindo o jogo
:
Quando e como foi o inicio de vocês no futebol?
Cisco: Na escola, ainda no ensino fundamental. Futebol society iniciei em meados de 1997.
Duda: No fundamental fui goleiro no futsal, no campo fui lateral direito entre 90 e 93 e no society foi em 2002 no Viralatas.
Quais equipes já defenderam?
Cisco: Pega Reks, Chorões e U.F.A.
Duda: Viralatas, UFA e Arruda.
Vocês são jogadores e dirigentes, fizeram parte de outras equipes anteriormente, Pega Rek’s paro o Cisco e Viralatas para o Duda, saíram e fundaram novas equipes. Conte-nos como foi a participação na equipe anterior, a saída e a fundação da atual equipe.
Cisco: Cheguei ao Pega Rek’s por meio do meu amigo Duda, na equipe além de jogar eu tinha apenas o compromisso da marcação de jogos. Fiz muitos amigos onde fiquei por mais ou menos onze anos. A saída não foi das mais tranqüilas, pois sai por conflitos internos, nessa época já estava atuando no U.F.A. como visitante na Futliga. Após os incidentes no Pega Rek’s, juntamente com alguns amigos que também estavam insatisfeitos no Pega Rek’s e já atuavam no U.F.A., aos sábados, decidimos alugar ama quadra e sermos mandante também.
Duda: Sempre fui torcedor e ainda sou, do Viralatas, desde os tempos de Unidos do Moreira (areião) e tive o prazer de jogar lá por quatro anos. Foi a experiência mais fantástica que tive no futebol, e como tinha idéias de certo modo “modernas” fui rapidamente integrado a diretoria. O principal trabalho que acredito ter ajudado no Viralatas foi à quebra de algumas barreiras, como ser conhecido e até certo ponto marcado como time de policiais, algo que criava um certo desconforto por ai, mas ficou provado que não era nada disso, um mito que se criou, mas com os mais jovens como eu, o Dodô e o Jean, conseguimos derrubar. Foram quatro anos maravilhosos mas, não foram fáceis. Decidi sair do meu time de coração no society por não concordar com o sistema presidencialista do time, sou amigo do Paulo Sérgio (Presidente) mas não concordava com algumas ações dele, por isso preferi ficar com a amizade e sair para um projeto novo, mas continuo torcendo por eles.
Como passaram a dirigentes?
Cisco: Foi uma conquista natural, a partir do momento que se começa a assumir responsabilidades no time, e elas só aumentam (risos), você acaba sendo considerado dirigente “Diretor” da equipe. No U.F.A., tudo que tem de ser decidido, procuramos saber a opinião de todos, para que não ocorra as mesmas coisas que passamos em outras equipes “sistema ditatorial”.(risos).
Duda: No Viralatas, talvez porque precisavam de alguma mente nova, novas idéias, um choque de gestão realmente, como tenho grande experiência administrativa acho que ajudou. Pelo Arruda, acredito que, por ser um dos fundadores, atualmente sou o único fundador ainda presente nos azuis.
O que da mais prazer, jogar ou dirigir uma equipe?
Cisco: Não troco meu futebol de final de semana por nada, mas, dependendo da circunstancia, eu prefiro treinar a equipe.
Duda: Jogar sempre será o maior prazer, mas as coisas também têm que acontecer fora das quatro linhas e precisa de gente capaz e interessada nisso. Mas jogar sempre será o maior prazer.
Como vocês conheceram a Futliga?
Cisco: Conheci por meio do meu irmão, que inscreveu o Pega Rek’s, à época indicado pelo Edgar, do Maresias.
Duda: Conheci a Futliga através de um time que fez muito sucesso e hoje não existe mais, o Sem Limite, da Freguesia do Ó. Fizemos confrontos memoráveis nos tempos de Viralatas e o Ademir (dono do time), me indicou para uma liga nova e totalmente interativa, daí comecei a passar também para os adversários que vinham visitar o Viralatas, e em pouco tempo só aceitávamos jogar pela Futliga, foi um efeito cascata e um verdadeiro boom na zona norte.
Vocês jogavam na mesma quadra (Clube Lauzane) e novamente jogam na mesma quadra (Golden Ball), coincidência ou planejado? Expliquem –nos o motivo.
Cisco: Na época do Lauzane foi coincidência, hoje pela parte do U.F.A foi planejado, pois, quando decidimos passar a mandantes, a equipe do Arruda já atuava no Morro da Pinga e como temos muitos jogadores em comum, procuramos acertar na mesma quadra para facilitar a vida desses jogadores e também não ter baixas por motivos de distancia entre as quadras.
Duda: Infelizmente o mercado imobiliário engoliu as quadras como o Cobra Coral, daí por uma questão de falta de opções, fomos para o Morro da Pinga, que conhecemos através dos amigos do ADR. O U.F.A. seguiu o mesmo caminho, pelos motivos já ditos pelo meu amigo Cisco, uma coisa puxou outra.
Há atualmente uma discussão na Futliga sobre a Copa dos Campeões e vocês já participaram dela, o que acham dela? Deve continuar? Deve aumentar o número de participantes? Para quantos?
Cisco: Foi uma grande experiência participar da copa neste ano, clima muito agradável, jogos diferenciados, uma grande competição, deve sim continuar. Já que há a idéia de aumentá-la, poderiam manter oito mandantes e oito visitantes, só que jogando com ambos os quadros, 1º e 2º quadros.
Duda: Foi uma experiência sensacional, é a Libertadores da Futliga. Eu gosto da competição, mas, ai vem o problema, antes ninguém dava a mínima, hoje acham ela maior do que ela realmente é, questão de vida ou morte, tanto que muitos times não resistem ao Pós-Copa dos Campeões, já que na busca do título, mutilam seus elencos e trazem outros jogadores. Eu não gosto disso e acho que só deve jogar quem é realmente do time, mas como controlar isso? Bom senso bastava, mas ainda há muitos pilantras à frente dos clubes, infelizmente!
Quais são as maiores dificuldades que um dirigente encontra numa equipe?
Cisco: Lidar com vinte personalidades diferentes todo final de semana, não é fácil. Passar para todos de dentro da equipe, tudo o que pensamos ser certo, manter os jogadores focados em um determinado objetivo, lidar com pessoas e pensamentos diferentes e tentar motivar a todos no mesmo objetivo, é a parte mais difícil.
Duda: O relacionamento interpessoal é complicado, muitas cabeças pensantes e cada um com um objetivo, sem contar o lado financeiro, que também pesa. O desafio maior é manter o jogador constantemente motivado e integrado com o projeto do time.
Quais são as maiores alegrias que vocês já viveram no futebol?
Cisco: Título brasileiro do meu Verdão em 1993.
Duda: No futebol profissional, as pedaladas do Robinho em cima do Rogério. No society, os confrontos contra o Vale Seco, quem fala de Boca e River não sabe o que era Viralatas e Vale Seco (risos)..
E tristezas?
Cisco: A virada que o palmeiras sofreu na final da Mercosul, para o Vasco 4 x 3. A derrota para o Penãrol, na semi-final da copa dos campeões deste ano, também foi bem sofrida.
Duda: Marcio Rezende de Freitas, que roubou o título do santos em 1995 e a virada do Corinthians nos 7 segundos finais do Paulistão em 2001.
Vocês são zagueiros, quais são as características principais de um bom zagueiro?
Cisco: Hoje acredito que tenha que ser o bom posicionamento e qualidade na saída de bola.
Duda: Primeiro não ser burro, zagueiro não pode inventar, tem que saber que está ali para destruir com virilidade o que os outros constroem com talento. Não deixa de ser um dom também, mas, tem principalmente que gostar de ser zagueiro e assistir futebol no campo, dá noções legais de posicionamento.
Vocês são bons zagueiros? Como vocês se auto-avaliam? E como avaliam o futebol do amigo?
Cisco: Sou esforçado (risos), dentro de quadra procuro fazer sempre o meu melhor. È Duda, já formamos dupla de zaga um bocado de vezes, posso dizer que meu amigo vai muito bem na bola aérea, também é esforçado ao extremo, se precisar sangrar pelo seu time, assim o fará, literalmente.(risos).
Duda: Sou um zagueiro de raça, esforçado como o Cisco mesmo disse. Gosto do futebol duro, nem preciso dizer que acompanho o futebol argentino, mas procuro aprimorar o passe pra ajudar a galera do time. O Cisco tem o perfil de que zagueiro tem que ter, sério e não brinca. Não existe jogo feio para zagueiro, já formamos uma zaga sólida e eu gostei.
Vocês já jogaram como mandantes e visitantes. Qual é mais fácil? Qual é mais divertido? O que não gostaram como visitantes e o que não gostam como mandantes?
Cisco: Tudo tem os prós e contras, como visitante você não tem muito compromisso financeiro, é mais fácil de administrar, mas tem a parte ruim de ser visitante, atravessar a cidade e ser mau tratado, roubado muitas vezes “literalmente”. Já como mandante, tem a facilidade de estar todo domingo no mesmo lugar, mas também tem os encargos financeiros que hoje acabam derrubando muito time bom.
Duda: Ser visitante é legal, desde que você conheça os times que vai visitar. È mais fácil já que a responsabilidade esta sempre do outro lado. O ruim disso é apanhar igual mulher de malandro em algumas quadras ou encontrar times que faltam com respeito. Ser mandante é bom no aspecto de logística, adaptação a quadra e ambiente, mas tem o lado ruim, a maioria dos visitantes sempre sai falando mal, quando não, se julgam donas do pedaço só por terem se descolado, entre ser mandante e visitante, visitar é mais fácil.
O que deve fazer um bom anfitrião?
Cisco: Como diz a cartilha receber bem o visitante, procurar ser imparcial ao apitar e interagir com os visitantes, procuro aplicar aquele velho ditado, receber bem para receber sempre.
Duda: Respeitar da mesma forma que gostaria de ser respeitado, simples assim.
E um bom visitante?
Cisco: Assim como o mandante acredito que deve haver respeito entre ambos, o visitante que consegue não se preocupar com a arbitragem consegue focar na partida e consegue melhores resultados.
Duda: Chegar no horário certo, projetar bem as viagens e não entrar em campo pensando que sempre o time da casa vai ser ajudado. Acontece em alguns lugares, mas a grande maioria são pessoas de boa índole.
Cisco, você conhece o futebol society goiano, como ele está atualmente? E o que ele precisa para melhorar? Conte-nos um pouco sobre o society em Goiás.
Bom Valter, eu estive em Goiânia especificamente e lá o que não faltam são quadras de society, mas diferente daqui elas são em grama natural, com o tamanho oficial de society. São complexos com quinze a vinte quadras e no final de semana todas cheias, mas tudo na famosa brincadeira entre amigos. Hoje a cidade carece de uma liga para organizar este futebol amador, assim como a Futliga faz em SP, o potencial da cidade é enorme, mas precisa de tempo para se adaptar a uma liga interativa, de marcação de jogos, lá ainda funciona no boca a boca.
Cisco, você está colaborando com o Mundo do Society, na coluna Percorrendo a Cidade, o que está achando da oportunidade?
Aproveitando, gostaria de agradecer a oportunidade, sempre acompanhei diversos jogos por final de semana, apenas pela distração e pelas amizades. Hoje já procuro acompanhar os jogos com outros olhos a fim de ajudar à coluna e passar um pouco da individualidade das equipes, para os leitores da coluna do Mundo Society.
Duda, você é jornalista esportivo, como você entrou para a profissão? Qual a sua formação acadêmica? O que deve ter um bom jornalista esportivo? Conte-nos um pouco sobre a sua carreira, divulgue-a!
Pois é, cresci ouvindo rádio, daí a paixão é automática, então pensei, preciso viver disso um dia. Sou jornalista desde 2003, formado em Comunicação Social pela Uniban e em Programação e Produção para Rádio pelo Senac. Iniciei como colunista esportivo pela ONG Santos Vivo, na qual sou um dos fundadores e exerci lá o cargo de Conselheiro por quatro anos. Passei pelo Portal Avaré+ entre 2005 e 2008, até que, de tanto insistir e pedir uma chance ganhei-a na Rádio Nova Difusora de Osasco, AM 1540, em 2008. Sai de lá junto com toda equipe esportiva e passamos pela Rádio Stúdio Mix. Em outubro desse ano, o Gustavo Mendonça, chefe da atual equipe de esportes (Expressão da Bola) da Nova Difusora me fez o convite e aceitei. Hoje além da Nova Difusora AM 1540, estou também na Rádio JDsports (www.radiojdsports.com.br) do meu amigo Jarbas Duarte e a Rádio7 da Federação Paulista de Clubes 7 Society (www.fpc7.com.br)
Duda, qual o seu ídolo no jornalismo? E qual o seu objetivo na carreira jornalística?
Ah! Tenho vários: José Silvério, José Calil, Jorge Cajuru, Weber Lima, Luis Cláudio de Paula, Antonio Petrim, Ricardo Caprioti, enfim vários. Além de repórter setorista do Palmeiras, já atuei como âncora das jornadas e plantão esportivo e voltarei a fazer na Expressão da Bola. Um dia ser reconhecido pelo meu trabalho já está ótimo, independente da função, repórter, ancora, comentarista, operador de áudio (risos).
Duda, quais são as figuras mais difíceis de entrevistar? Existem muitos malas? Que se fazem de difícil. E as figuras fáceis, quais são? Os que dão entrevista numa boa.
Os mais difíceis: Felipe (goleiro do Corinthians), além de faltar inteligência, só dá a mesma resposta, não merece vestir a camisa de um time como está vestindo, é mascarado demais. Muricy Ramalho é uma verdadeira mula, quando ganha dá patadas, quando perde, dá as mesmas patadas. Washington do São Paulo se faz de bonzinho, mas é mala também, assim como o Rogério Ceni que só gosta de falar bonito quando ganha. O mais sensacional é o Marcos do Palmeiras, esse cara é incrível, simples, humilde, e te atende a qualquer hora. O Rodrigo zagueiro do São Paulo também é bem legal, trata a gente super bem. O Mano Menezes é outro bem legal de entrevistar.
Duda, qual o clube melhor de cobrir? Qual a maior dificuldade encontrada na cobertura de uma equipe?
Apesar de Santista, já cobri o Santos e não achei muito legal. Sei lá, o fato de ser de São Paulo talvez pese, rola um bairrismo bobo lá em Santos. Já cobri o São Paulo e o Palmeiras também que é o meu atual clube, mas, apesar da estrutura do São Paulo, gosto de cobrir o Palmeiras. O Finelli (Assessor) além de jovem é competente e procura facilitar ao máximo nosso trabalho, ele respeita a gente demais.
Duda, fazer ao vivo é uma barra ou é tranqüilo? É melhor gravar ou ir direto ao ar?
Depende, temos o programa diário das seis às sete da noite e geralmente eu gravo entre quatro e 5 da tarde o meu boletim. Mas na jornada é tudo ao vivo, por incrível que pareça, ao vivo é melhor, fica mais espontâneo. Nas primeiras vezes dava um frio na barriga, mas hoje levo de boa.
Nós somos amigos do Serginho, que joga pelo Arruda e UFA e recentemente completou 54 anos. Há poucos dias atrás houve uma polêmica na Futliga sobre a de idade de alguns jogadores da equipe Brandão, que foram chamados de velhos por um integrante do New Star, que disse também que eles deveriam estar num asilo e não jogando futebol. O que vocês pensam a respeito? Qual é a hora certa para parar de jogar?
Cisco: Então Valter, na verdade o Serginho completou 55 anos. Primeiramente, acho que as declarações do representante da equipe do New Star foram extremamente infelizes, visto que o mesmo se retratou após muitas pessoas inconformadas irem contra a opinião dele. Voltando ao Serginho, para min é um exemplo de pessoa e atleta, chegar à idade que ele está com o futebol competitivo que ainda consegue exercer é para poucos, como diz sua esposa Iolanda, duvido algum de nós, que jogamos hoje ao seu lado, chegar à idade dele conseguindo jogar no mesmo nível que ele. Acredito que a hora certa para parar de jogar é quando não se consegue mais ser competitivo, acompanhar o ritmo de jogo dos demais, enquanto as pernas e a mente acompanhar este ritmo, independentemente da idade, se estará apto a pratica do futebol.
Duda: Não acho que exista hora certa de parar, cada pessoa sente esse momento de pendurar as chuteiras ou mudar de ares. Eu já até mencionei em outra pergunta que vou parar no society daqui a quatro anos quando completar 35 e devo partir pro campo com os veteranos. O Serginho é um capítulo à parte, tem uma saúde e personalidade de ferro e é querido por todos nós, e até pelos adversários que se espelham nele. Quanto à equipe do Brandão, concordo que os caras são chatos mesmos, mas em nada isso tem a ver com a idade, o comentário foi infeliz, principalmente de alguém que não deve conhecer a história do próprio time que joga (New Star) ou perguntem a esse rapaz que falou essa bobagem de idade se ele conhece o PX? Se ele sabe quantos anos o PX tem? Se ele não conhecer, que vá para o inferno e deixe de dizer bobagens como as que ele disse.
Qual o objetivo de cada um? Como jogador e como dirigente.
Cisco: Como jogador pretendo continuar atuando por mais alguns anos, desde que consiga manter a competitividade. Como dirigente, à frente do U.F.A., acredito que não tem data para acabar. Hoje os compromissos com o time fazem parte da minha vida. Quero ver o U.F.A., conquistar grandes títulos ainda.
Duda: Como jogador, atuar mais quatro anos, trinta e cincos está bom, né? E depois jogar campo com os veteranos, mas, antes de pendurar as chuteiras no society, pretendo fazer cinco minutos em cada equipe pela qual tenho um carinho especial, retribuir todo o carinho que tem comigo. Depois disso não quero mais cargos diretivos, só tomar cerveja e por defeito nos outros (risos).
Qual a dica que vocês deixam para os atuais dirigentes do futebol amador?
Cisco: Procurem dividir as responsabilidades dentro de sua equipe, mostre o valor que todos os jogares tem para a equipe, para que assim forme um grupo unido, mesmo com diferenças, todos precisam saber o valor que tem.
Duda: Preparem outras pessoas para assumirem seu lugar, ninguém é eterno e não podemos ter medo de parar, precisamos sim é preparar o corpo e o espírito para passar a bola. Coloquem a responsabilidade e bom senso à frente de qualquer outra prioridade pessoal, façam para os outros aquilo que gostariam que fizessem para você.
Toque-Rápido
Um mestre
Cisco: A vida é quem nos da as maiores lições.
Duda: Jesus Cristo, e tem gente que ainda duvida que ele é Deus.
Uma cruz a carregar
Cisco: Ultimamente, torcer pelo Palmeiras (risos).
Duda: Não ter papas na língua, se não quiser saber não me pergunte, mas, pago preço alto por isso.
Uma gratidão
Cisco: Minha mãe.
Duda: Minha mãe
Uma dúvida
Cisco: Voltar a estudar.
Duda: Brahma ou Skol?
Um sucesso
Cisco: Profissional
Duda: Me formar, e detalhe, sem tirar nenhuma nota vermelha, na minha época era assim! (risos).
Um baque
Cisco: Não sei.
Duda: Ah! Acho que não tive nenhum grande baque.
Uma extravagância
Cisco: Futebol
Duda: Cerveja
Uma vaidade
Cisco: Meu Boné (risos)
Duda: Meu home estúdio e roupas Adidas
Um amuleto de sorte
Cisco: Não tenho.
Duda: Brinco que tenho a cueca da sorte, mas não tenho nada não.
Uma explosão de alegria
Cisco: Gol do UFA
Duda: Gol do Santos
Um seguro
Cisco: Minha família.
Duda: Jesus, nas suas mais diversas formas.
Um filme
Cisco: Carga Explosiva.
Duda: Malcon X
Um livro:
Cisco: Hary Potter
Duda: SR, detalhes do jornalista “Sylvio Ruiz Massa”.
Uma música
Cisco: Todas do Exaltasamba
Duda: Quer me dominar “Sampa Crew” e Essa tal Felicidade, do eterno Tim Maia.
Um desenho animado
Cisco: Simpsons
Duda: Simpsons, o melhor sempre!
A melhor jogada
Cisco: O gol de jogada trabalhada, de pé em pé, até as redes.
Duda: O de primeira, depois de um cruzamento perfeito.
Considerações Finais:
Cisco: Primeiramente gostaria de agradecer à oportunidade que nos foi dada pelo Mundo Society, por seu representante Valter, de contar um pouco da nossa história dentro do futebol amador, mostrar um pouco do que é a equipe do U.F.A. hoje e o que pretendemos para um futuro próximo. Gostaria de agradecer a Deus pelas amizades conquistadas nesses anos de futebol amador.
Duda: Para mim é um prazer muito grande ter a oportunidade de falar ao Mundo Society que, além de leitor, sou fã. Parabéns Valter e Zé Maria, além de amigos vocês são pessoas importantíssimas para o crescimento do nosso amado futebol society. Fiquem com Deus, sempre!
Entrevistador Valter Vaders
Entrevista realizada em novembro de 2.009
Tags: ENTREVISTA CELEBRIDADES CISCO DUDA